Sou do tempo que ouvir fita cassete e rebobinar com caneta era o máximo.
Do tempo que ouvir musica no walkman era viajar pelas ondas sonoras.
Do tempo em que adulterar o RG para entrar na balada era o máximo da ousadia.
Do tempo em que a turma de amigos eram grandes e a diversão era ficar na porta do colégio.
Do tempo em que escrever cartas e bilhetinhos eram grandes gestos
e telefonemas longos eram sempre permitidos.
Sou do tempo em que as pessoas conversavam mais.
Do tempo em que havia troca de olhares.
Em que casais se formavam entre as rodas de amigos.
Em que beijar na boca durante o filme não atrapalhava ninguém, muito menos pular de sessão sem pagar.
E que as novelas faziam muito mais sentido.
Hoje não há fita cassete e não gravamos mais os videoclipes da MTV
Não telefonamos, e sim, passamos mensagens de texto ou um whatsapp
A turma de amigos é virtual e quase nunca se encontra, mas deixamos recados de saudade no Facebook.
Os encontros naturais são cada vez mais raros, afinal, aplicativos mapeiam pessoas próximas a você com a esperança de uma relação saudável.
Antes guias de rua facilitavam nossa vida, hoje temos aplicativos que poupam nosso tempo
Há também aqueles que nos analisam
Tudo é documentado, registrado, postado e compartilhado.
Troca de olhares. O que é isso?
Vejo apenas pessoas apressadas com seus smartphones em mãos e olhos fixos na tela.
E celebramos a tecnologia
Aquela que nos leva mais longe e nos afasta de uma realidade que um dia vivenciamos.
Você pode pensar: "Essa aí vive do passado"
Não, não vivo, mas que sinto falta de algumas coisas, ah sim, eu sinto.
Devaneios Incertos
Um lugar para pensar, sonhar, planejar ou nenhuma das anteriores
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
À moda antiga
Sou do tempo que ouvir fita cassete e rebobinar com caneta era o máximo.
Do tempo que ouvir musica no walkman era viajar pelas ondas sonoras.
Do tempo em que adulterar o RG para entrar na balada era o máximo da ousadia.
Do tempo em que a turma de amigos eram grandes e a diversão era ficar na porta do colégio.
Do tempo em que escrever cartas e bilhetinhos eram grandes gestos
e telefonemas longos eram sempre permitidos.
Sou do tempo em que as pessoas conversavam mais.
Do tempo em que havia troca de olhares.
Em que casais se formavam entre as rodas de amigos.
Em que beijar na boca durante o filme não atrapalhava ninguém, muito menos pular de sessão sem pagar.
E que as novelas faziam muito mais sentido.
Hoje não há fita cassete e não gravamos mais os videoclipes da MTV
Não telefonamos, e sim, passamos mensagens de texto ou um whatsapp
A turma de amigos é virtual e quase nunca se encontra, mas deixamos recados de saudade no Facebook.
Os encontros naturais são cada vez mais raros, afinal, aplicativos mapeiam pessoas próximas a você com a esperança de uma relação saudável.
Antes guias de rua facilitavam nossa vida, hoje temos aplicativos que poupam nosso tempo
Há também aqueles que nos analisam
Tudo é documentado, registrado, postado e compartilhado.
Troca de olhares. O que é isso?
Vejo apenas pessoas apressadas com seus smartphones em mãos e olhos fixos na tela.
E celebramos a tecnologia
Aquela que nos leva mais longe e nos afasta de uma realidade que um dia vivenciamos.
Você pode pensar: "Essa aí vive do passado"
Não, não vivo, mas que sinto falta de algumas coisas, ah sim, eu sinto.
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sábado, 26 de outubro de 2013
brinde!
bom mesmo é quando é natural
quando a conversa flui
quando a cerveja é boa
quando a companhia é melhor ainda
bom mesmo é quando é verdadeiro
simples
despretensioso
ideal
bom mesmo é quando você não percebe o tempo passar
quando o noite é curta para tantas palavras
e o aperitivo casa perfeitamente
saúde!
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Stupid cupid
Sabe aquele ditado: Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece?, então, na verdade ele não se aplica muito em termos de relacionamento. Digamos que não ando rezando tanto assim, mas as assombrações continuam aparecendo.
Uns são estranhos ou tem manias peculiares, outros casados, com namoradas ou algo parecido. Por onde andam os homens solteiros normais? Talvez eles estejam em algum buraco negro ou em um momento de meditação. Fora aquela sensação que o mundo inteiro resolveu sair do armário. A sensação é que os últimos homens do mundo solteiros gostam de meninos também.
Não sei o que virá daqui pra frente, pois é cada vez mais frequente rodas de mulheres questionando a não atitude masculina ou a ausência deles. Enquanto isso vamos seguindo. Ora sozinhas, ora acompanhadas, mas não necessariamente bem acompanhadas.
Mas ainda acho que não estou sendo exigente, e não acho que é pedir muito ter um cara bacana, trabalhador, que goste de ir ao cinema ou ver um DVD em casa, goste de viajar, goste de fazer sexo, mas sexo bem feito, não aquelas rapidinhas.
Cupido vê se capricha, mas não demora muito.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
coisas da vida
No mundo dos ditados há quem diga: "para morrer basta estar vivo". Mas tem gente que morre lentamente, sem perceber. Outras optam por não viver.
Certas coisas são inexplicáveis e quando acontecem, nos deixam perdidos, sem rumo.
Hoje fui obrigada a dizer adeus a uma pessoa admirável. Fui obrigada, pois ele resolveu desistir de viver. Mas é um direito dele, não? O suicídio é um direto individual, egoísta e inexplicável. Não quero procurar os motivos, nem entender as razões. Vou apenas guardar as lembranças.
Que a passagem seja feita e que você encontre o que buscava, meu caro Hiro. Aqui compartilho um dos seus posts. Puro e único como era o seu coração.
- Te amo.
- Como sabes que é amor?
- Porque penso em ti e não consigo respirar.
- Isso se chama asma.
- Bom, então eu te asmo.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Sobre janelas e portas
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