quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Silêncio
Dói mais do que qualquer agudo.
Ensurdece mais do que qualquer barulho.
É mais fatal que um infarto fulminante.
É o telefone que não toca.
É a mensagem que não vem.
Silêncio, apenas silêncio.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Sobre amores e afins
Já perdi as contas de quantas vezes ouvi homens e mulheres reclamando de relacionamentos, da ausência, do excesso de presença, do ciúmes e da falta dele.
Momentos mimimi a parte, acho que o que todos querem mesmo é um companheiro (a). Sabe aquela pessoa que você divide os momentos, todos eles? Das noites intensas de sexo ao filminho básico com pipoca. Dos passeios no parque a uma viagem para um lugar inusitado.
Às vezes me pergunto se as pessoas não estão buscando de mais e se perdendo no caminho. Porque idealizam um relacionamento ideal, de contos de fadas, no lugar de pensar na realidade.
Olhem esse texto do site "Casal sem Vergonha"
Um dos melhores trechos:
"Eu nunca quis um amor perfeito.
Sempre quis mesmo foi um amor cheio de erros, que vão sendo alinhados durante o caminho. Porque se tudo já começa certo, não vive-se o prazer da vitória.
Sempre quis um amor quentinho, daqueles de aconchego no fim de tarde, de colo depois de um dia de cão, de beijo no nariz ao acordar.
Sempre quis um amor livre – sem a ideia desajustada que um pertence ao outro. Com menos regras ditadas – e mais pontos de vista ouvidos".
Hoje, no auge dos meus quase 33 anos, quero mais é um amor simples, sem cobranças, sem limites. Quero assistir um DVD e comer pipoca, ir passear no parque, viajar para uma praia, noites quentes e inspiradoras, porres e ressacas, algo simples assim, pode ser?
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