sábado, 26 de janeiro de 2013

Por um mundo mais gordelicia

23h30 de um sábado de feriado prolongado. Você em casa ser fazer nada, já que não pintou nenhum programinha interessante. O que fazer? Vasculhar coisas interessantes pela internet.

Primeira parada obrigatória é o blog da Revista Época Mulher 7x7. Onde sempre encontro um texto interessante e provocador. Foi então que me deparei com uma postagem antiga, de 2011, da repórter Anna Carolina Lementy, cujo título era A noiva pode ser gorda?.

Aí comecei a pensar os sacrifícios feitos por mulheres para ficar magra. Porque, afinal, vivemos em uma sociedade que o padrão de beleza não pode ultrapassar os 60 quilos. Oi? Quem disse isso?

Me desculpem, mas por que uma mulher não pode ser feliz e desejada com alguns quilinhos extras, gordurinhas sobressalentes e um rostinho redondo?

Durante anos fiz diversas dietas, tomei vários medicamentos e quer saber, cansei. Hoje busco me sentir bem. Sou gordinha sim e me acho gostosa! Aos que repudiam curvas a mais, sinto muito. Sempre soube que as estradas sinuosas são sempre mais interessantes que longas rodovias em linha reta ;)

E os que acham que um gordinha não pode ser feliz e nem subir ao altar, não esqueçam de ver os videos citados pela jornalista, do programa "Say yes to the Dress", especial plus size.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Colocando a boca no trombone



Estava postergando escrever este post, mas o assunto não saía da minha mente, então, vamos desenvolver o tema.

No mundo dos relacionamentos entre homens, mulheres, gays e simpatizantes, há de tudo um pouco. Uns mais atirados, outros reprimidos. Os que não têm pudores e topam tudo, e alguns cheios de restrições. Pois bem, não sou uma mulher com restrições extremas, mas também não sou aquela que faz o estilo "libera geral, então libera".

Nada contra transar no primeiro encontro, até mesmo porque uma "one night stand" pode acontecer na vida de qualquer pessoa. Fiz isso duas vezes, mas não sou muito adepta ao movimento. Mas estou longe de acreditar naquela história de quem transa no primeiro encontro, não tem chance de ter um relacionamento sério. Pra mim isso é conversa de gente reprimida.

Mas sem mais divagações, vamos ao assunto principal. Outro dia uma colega do trabalho começa a ler um artigo ao meu lado e rir muito. Eu, curiosa por natureza, quis saber do que se tratava. Eis que vejo o título: "Sexo oral no primeiro encontro eleva as chances de relacionamento". Pois é, quer dizer que botar a boca no trombone está garantindo um vale-casamento.

O mais engraçado de tudo é o percentual, porque, o mais alto se refere ao sexo oral, detalhe, apenas ao sexo oral, não a transa em si. Então eu fiquei pensando, que tipo de mulher que ao conhecer um cara na balada, depois do "oi, tudo bem?", beijos e alguns amassos, já vai direto ao assunto???

Tudo bem que essa pesquisa aconteceu na Irlanda, mas não duvido que daqui a pouco a moda chegue por aqui.

Para quem não acredita e quer ler a matéria na íntegra, eis o link: http://bit.ly/WuJ4hV

Práticas no primeiro encontro. Chances de um novo encontro:

Sexo oral - 78,2%
Masturbação - 46,5%
Sexo - 30,9%
Sem contato íntimo - 9,7%

E cá fico eu, solteira, pensando: "Vivemos num mundo onde um boquete e uma punhetinha, valem mais que um beijo intenso".