Sempre fui a favor de conversas ao telefone. Sabe aquelas longas, que um assunto emenda no outro? Pois é... Hoje somos escravos da tecnologia e tudo que era importante antigamente, pode ser dito em alguns caracteres.
SMS, Whatsapp, Viber, Gtalk, Skype, Facebook, Twitter, Email... as ferramentas são inúmeras para se dizer o que pensa, sente, quer ou não quer. Mas e o velho e bom telefone?
Sou a favor das palavras, mais a favor ainda das faladas do que das escritas.
Gosto de ouvir a voz, de perceber o que ela traz consigo. Gosto de respiros profundos e até do toque de ocupado.
Me chame de piegas, antiquada, démodé, brega, mas nada como a sonoridade das palavras.
Por mais telefones tocando! Nem que seja para dizer apenas um: oi, está tudo bem?
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Call me maybe
Sempre fui a favor de conversas ao telefone. Sabe aquelas longas, que um assunto emenda no outro? Pois é... Hoje somos escravos da tecnologia e tudo que era importante antigamente, pode ser dito em alguns caracteres.
SMS, Whatsapp, Viber, Gtalk, Skype, Facebook, Twitter, Email... as ferramentas são inúmeras para se dizer o que pensa, sente, quer ou não quer. Mas e o velho e bom telefone?
Sou a favor das palavras, mais a favor ainda das faladas do que das escritas.
Gosto de ouvir a voz, de perceber o que ela traz consigo. Gosto de respiros profundos e até do toque de ocupado.
Me chame de piegas, antiquada, démodé, brega, mas nada como a sonoridade das palavras.
Por mais telefones tocando! Nem que seja para dizer apenas um: oi, está tudo bem?
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