Eu poderia falar inúmeras coisas a respeito do Michael, mas quero lembrar de 1993, quando o rei do pop esteve no Brasil. Eu estava lá, estádio do Morumbi, junto com papis e mamis, afinal, menores não podiam ir desacompanhados a shows.
Aquela multidão e nós três na cadeira numerada, com binóculos. Ao lado do meu pai uma biba gritava sem parar. Não esqueço... E quando ele cantou "Black or White"... lembro daquela roupa que tinha uns detalhes dourados, do passo moonwalk...
Se me perguntarem qual música mais gosto, não saberei responder. Também não vou mentir que gosto de todas, mas é fato: não haverá ninguém como Michael Jackson, pois ele é único em todos os sentidos, até mesmo do mais alto grau de estranhamento. Ainda o vejo como um menino grande. Sem infância, sem carinho dos pais, com os highlights e uma multidão ao redor. Nunca sozinho, sempre vigiado por um paparazzi.
E a esperança em ver mais um show? Se foi. Foi tão rápido como uma ausência de ar. Tão rápido como um coração que pára.
Continuarei ouvindo suas músicas... sempre... sempre que possível for.
Adeus MJ!
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